Velocidade - 50 km/h
Autonomia - 56 km
Inclinação - 30 %
Motor - 6368 de 950 watts
Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos informados pela e-brand, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
Algumas atualizações importantes na versão 2.0 do Lycaon TRX.
O chassi monobloco estruturado em carbono, fica um pouco mais comprido com quase 102 centímetros, mantendo o mesmo design inspirado no Evolve GT de 2016, com o “drop down” para escorar os pés e auxiliar o rider nas arrancadas e frenagens, ganhando agora o bash guard.
Os trucks, também idealizados nos “supercarvers” da e-brand concorrente californiana, continuam os mesmos dual kingpin, destacados pelo mancal divisor da base e do cabide que proporcionam movimentos com maior angulação que o comum. Da mesma forma replicado da Evolve, o sistema 2 em 1 de rodas, possibilitando utilizar desde as de rua, com 97mm de diâmetro (além das Cloudwheels), até os pneus para todo terreno, nos tamanhos 150 e 175mm.
A novidade mais consistente, ficou por conta do novo conjunto de alimentação mais potente, porém a tração também recebeu atualização.
Disposto em 12 séries com uma célula Samsung 35E a mais, ou seja, agora em 4 paralelas, o módulo de bateria pode entregar consideráveis 14 amperes e proporcionar então 605 watts hora. Isso faz toda a diferença quando a autonomia chega aos 56 quilômetros (metade disso para utilização de pneus e um pouco menos com as Cloudwheels).
Os dois motores ficam mais largos (6368), o que possibilita o ganho total de outros 200 watts (950 cada um). A priori, continua com velocidade máxima de 50 km/h, porém o desenvolvimento é mais ágil em relação ao V1. Sua capacidade de alcançar aclives, continua na casa dos 30% de inclinação.
Com acréscimo de duzentos dólares americanos, o Lycaon TRX 2.0 foi lançado ao mercado pelo custo de mil cento e noventa e nove dólares.
O feedback dos clientes que adquiriram o Lycaon TRX 2.0 é relativo. Embora o produto em si tenha sido elogiado, há relatos de problemas consideráveis no eboard e a degradação do atendimento ao cliente, além da confiabilidade na empresa.
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